Análise crítica dos direitos humanos de matriz ocidental e o contraponto a partir da Revolução Haitiana

Análise crítica dos direitos humanos de matriz ocidental e o contraponto a partir da Revolução Haitiana

Autores

DOI:

https://doi.org/10.70622/2238-7110.2026.669

Palavras-chave:

Revolução do Haiti, liberdade, igualdade, universal, direitos humanos

Resumo

O presente artigo estabelece uma análise reflexiva sobre a Revolução do Haiti enquanto um marco crucial para a expansão do que se convencionava denominar de direitos humanos universais, numa época em que o pensamento retórico iluminista corroborava com o ideário colonial escravista. O artigo ancora-se em uma perspectiva pós-colonial e propõe uma análise crítica sobre a importância que a revolução haitiana representou na extrapolação dos limites do ideal dos discursos, contraditórios, sobre a liberdade e igualdade da época e, consequentemente, na dilatação, de fato, dos direitos humanos universais e na reconsideração dos seus significados. Ou seja, o “devir” dos marginalizados no conceito da humanidade sob o mesmo céu e sol.

Biografia do Autor

Ruan Didier Bruzaca, Universidade Federal do Maranhão - UFMA, Brasil

Doutor em Ciências Jurídicas pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), com período sanduíche na Universitá Degli Studi di Firenze (UNIFI). Mestre em Direito e Instituições do Sistema de Justiça pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Professor da UFMA no Curso de Direito e no Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas. Professor da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) no Curso de Relações Internacionais. Líder do Grupo de Pesquisa em Direito, Natureza e Sociedade (GPDNES) da UFMA. Líder do Núcleo de Estudos Socioambientais em Relações Internacionais (NESRI) da UEMA.

Zinha Nanque, Universidade Estadual do Maranhão - UEMA, Brasil

Mestranda em Políticas Públicas pela Universidade Federal do Maranhão.

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Publicado

17.06.2026

Como Citar

Bruzaca, R. D., & Nanque, Z. (2026). Análise crítica dos direitos humanos de matriz ocidental e o contraponto a partir da Revolução Haitiana. Direito Em Movimento, 24, 1–16. https://doi.org/10.70622/2238-7110.2026.669

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